terça-feira, abril 29, 2008

Sagres ao rubro!


E assim foi um excelente fds de três dias! Parece que foi tão bom que no próximo vai repetir-se a brincadeira e todos os caminhos vão dar a Sagres!
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Aqui ficam umas fotos tiradas pelo Márcio durante o fds, sigam o
link para verem as outras.
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segunda-feira, abril 28, 2008

THC2

Grande fds em Sagres! Boas vias, bons jantares e copos, grandes dias de praia, altes... etc...
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Encadeamentos, encadeamentos, para além dos mergulhos na praia, do jogo da bola dos pés de chumbo e da voleizada, só há um para noticiar, o Leo depois de alguns dias de perseguição finalmente encadeou a THC2, 8b+ no sector Corgas, fazendo assim o FA da via. Foi logo ao primeiro pegue do fim de semana e para os que assistiram foi um encadeamento em versão "cagada", fácil, fácil, com direito a não chapagem do top e "alte" voo de comemoração!
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Leo na THC2 (foto Bibs)

quarta-feira, abril 23, 2008

Encontro em Sagres este fds!

Encontro de Escalada (ou não...)
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Local: Sagres
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Dias 25, 26 e 27 de Abril
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Sectores: Armação, Parede Grande, Baleeira e Corgas
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Praias: Armação e Beliche
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Jantares na "Tasca do Careca" e na "Pizzaria de Pedralva"
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É só aparecer!
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Nuno no 7a/c "foot work" no sector baleeira
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Depois deste encontro só haverá dois tipos de escaladores: os que foram e os que não foram!

segunda-feira, abril 21, 2008

Sector Corgas, Sagres


Vista geral do sector Corgas (em Jandiro)
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Desde o Verão do ano passado já abri nove linhas em Sagres das quais ainda não publiquei informação. Uma está isolada num mega extraprumo sobre o mar perto do Farol do Cabo de S. Vicente, outras duas numa parede às riscas ao pé do forte do Beliche e todas as outras equipei no Corgas. Aqui fica o mapa do tesouro com as vias novas e as actualizações de graus, das outras falarei noutra altura.
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Croqui do sector Corgas
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A Tasca do Careca e a variante Margarita A4, na qual ainda falta um perno, também foram equipadas recentemente mas pelo Leo. Está ainda começada uma linha entre a Ensopado de Sapato e THC2.
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Leo na "THC2", projectasso (foto Zé "Pistolas")
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Não tenho nenhuma foto que dê uma ideia verdadeira da parede, mas acreditem que quase todas as vias são excelentes, os oitavos situam-se num extraprumo brutal com mais de 25 metros!
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Nuno na "Ensopado de sapato", projecto
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Miquel na "Pescadores imundos", 7b
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Aqui encontram mais informação sobre o sector. O acesso pode ser feito pela travessia, mas o rappel assinalado no croqui é mais cómodo. Para terminar o agradecimento habitual à Espaços Naturais pelo apoio em material.
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por Nuno Pinheiro

sexta-feira, abril 18, 2008

História de uma via nova

Mais um texto do Nuno Pinheiro!
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Era uma vez, há muito tempo atrás mais precisamente em 2005, umas férias demasiado fanáticas na Tailândia que resultaram no início de uma lesão crónica no cotovelo. Não podendo escalar dediquei-me a procurar paredes e depois a equipar a Azóia. Aproveitei também para organizar um passeio de canoagem na Arrábida com o qual há muito sonhava. O pessoal da empresa onde alugamos as canoas, a Vertente Natural, também escalavam e ao saberem do equipamento da Azóia falaram-me da grande e ainda virgem cova dos Pinheirinhos. Na altura toda a parede era quase desconhecida, só havia uma via do lado direito aberta pelo Carlos Pereira e Zé Carlos.
Na travessia de canoagem Portinho da Arrábida - Azóia que durou dois dias pude ver muitas paredes mas sem dúvida que a que mais me impressionou foi a gigantesca cova.
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A dificuldade de aceder à base da via, a dificuldade aparente da via, a dificuldade de equipar, a dificuldade de ver a linha óbvia, etc, fez com que o equipamento da via fosse sendo sucessivamente adiado.
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Uns meses depois a grande dupla Roxo&Grilo não se deixaram dormir e abriram a primeira via na cova, “Viagem Sem Rumo”, ficando assim resolvido o acesso à base da linha que queria abrir. O tempo foi passando e as vias nos Pinheirinhos multiplicaram-se. Quase sempre pelas mãos do Roxo.
Num dos dias em que o Filipe equipou um pequeno grande sector de desportiva com três vias, uma delas a espectacular “Santa Vitoria”, eu fiz uma tentativa mas acabei por desistir pois a linha mais uma vez pareceu-me demasiado dura.
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Passaram mais dois anos sem que a cova me saísse da cabeça, entretanto fui ganhando experiência a equipar um pouco por todo o lado, sobretudo nas enormes paredes de Sagres e já me sentia mais à vontade para equipar a gruta. Para ver melhor a linha fiz uma via do lado direito, pedi fotos ao Grilo e decidi que era desta. Os projectos no Espinhaço e a vontade de ir em forma para Kalymnos não me deixavam um dia livre. Acabei por ir de férias mas antes de ir falei da via ao Leo e só com a ajuda da Isabel o consegui demover de a equipar. No regresso de mais umas férias demasiado fanáticas, não podendo escalar pois vim com o cotovelo outra vez lixado e por respeito ao Leo que deixou a linha para mim, no primeiro fim-de-semana fui directo para os Pinheirinhos.
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Não foi fácil pois a via é uma grande diagonal extraprumda mas com nove horas de trabalho ficou mais ou menos pronta só faltando escovar uma pequena secção.
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A travessia de acesso é comum com a "Viagem Sem Rumo" não estando por isso equipada. O primeiro largo é uma pequena travessia (+-10m) com três chapas, mais ou menos vertical e que termina no inicio da parede mais extraprumada. Deve rondar o 6b, os graus são palpites pois a via ainda não foi provada. Esta reunião fica numa parede vertical com um degrauzito para os pés, não é suspensa mas também não tem o conforto de uma sala de estar, é pena, pois de certeza que quem provar a via vai lá passar muito tempo!
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O segundo largo é uma mega diagonal com cerca de 30 metros e doze chapas que acaba antes de a parede tombar. Abundam as presas grandes, mocos, chorreiras e buracos mas também tem uns passos duros em presa mais pequena. Deve ser oitavo.

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O terceiro largo é fácil, tombado e cheio de arbustos, só tem três chapas no início seguindo-se um super runout até à reunião da "Viagem Sem Rumo" constituída só por uma plaquete. Dessa reunião é possível sair da parede a andar seguindo o corredor para a esquerda. É recomendável levar algum material de clássica tanto para a travessia de entrada como para o largo de saída.

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Agora os agradecimentos:
Obrigado ao Leo por ter deixado a via para mim.
Obrigado à Isabel por ter convencido o Leo.
Obrigado ao André pelo berbek.
Obrigado ao Grilo e ao Roxo pelas fotos.
Obrigado aos muitos sherpas que me ajudaram a carregar o material, Leo, Miqueis, Hugo, Filipe, Miguel, Zé Abreu e Romana.
Por último mais uma vez obrigado à Espaços Naturais pelo o apoio em material.
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Já me ia esquecendo o nome da via é: A Dança dos Priapos, a explicação fica para outra altura que hoje já escrevi muito.
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terça-feira, abril 15, 2008

Fotos, fotos!

E mais vale tarde que nunca... Aqui ficam as fotos de Kalymnos!
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À chegada no aeroporto de Kalymnos
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Uma das vias famosas da Grand Grotta, Ivi 7b
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Texas na DNA, 7a+, outra clássica da Grand Grotta
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Nuno pendulando no sector Panorama. Um dos melhores de Kalymnos!
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Pothea, a capital de Kalymnos
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Dia de descanso. Texas a dominar a Piagio e a "conduzir" o Pujan
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O nosso apartamento mesmo junto à piscina. Ao longe a Grand Grotta.
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A indicação do nome das vias
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Dia de passeio junto a Emborios
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À conversa na praia
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Ilha de Telendos vista do sector Kalydna
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Pujan na Sevasti, 7b
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Dia de mau tempo com alte vendaval
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Nuno a encadear a famosa Aegialis, 7c na Grand Grotta
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Os apartamentos do Sakis by night. Pujan e Texas a pap... na conversa!
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Hugo "Fifty" a aquecer no sector Cave
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Eu a esforçar-me num 7b do sector Cave
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Francisco a passear-se no sector Ghost Kitchen de "Priapo" em "Priapo"
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Pothea
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O outro lado da ilha. A vila de Vathis.
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Bueníssima praia em Paleonisos
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Nuno a saltar para dentro de água

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A baía junto à Sikati Cave onde decorreu o Petzl RockTrip
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A Sikati Cave vista ao longe
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A Sikati Cave vista de dentro, junto a Lolita, 7a
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Eu sentada num dos "bancos" da via Lolita, 7a
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Eu a aquecer no sector Galatiani, um dos melhores de Kalymnos
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A vista do sector Galatiani
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Texas sentado na loja do Dimitri, o deus grego das motas
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Vista da Grand Grotta a partir do sector Panorama. Carolina a escalar.
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Hugo "Fifty" na conversa com Kathy
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O regresso. De barco a caminho de Kos.
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